QUEM VAI VENDER O VENÂNCIO SERÁ UM ANGOLANO "
VENÂNCIO MONDLANE NÃO DEVE E NEM PODE CONFIAR EM EXCESSO NOS ANGOLANOS SEJA ONDE ELE ESTIVER ESCONDIDO NESTE MOMENTO
As operações dos serviços secretos angolanos faz tempo que tem se desdobrado caracterizado por processos de aproximação para dar uma ajuda aos muxaxos da secreta moçambicana.
Isto não é de hoje como tinha acontecido para eliminarem o Afonso Dhlakama hoje o alvo a abater é o Venâncio Mondlane se não redobrar a sua vigilância.
Ele que não junte ao seu elenco de confiança próxima malta angolana, em especial jornalistas .
Supostos conselheiros ou analistas, mesmo que à primeira vista lhe parece merecerem a sua confiança e inofensivos para a sua segurança pessoal ainda que convidado para uma entrevista online.
Nesses casos de preferência que utilize sempre um telefone com um aplicativo que lhe permite a utilização de internet por via satélite sem colocar o chip .
Vou lhe fazer chegar como se chama este aplicativo geralmente usado por chefes de estados de países do primeiro mundo ninguém me contou eu mesmo tenho amigos que entendem do assunto .
Um ou outro ja esteve a trabalhar em Angola mas teve que fugir porque lhe queriam fazer vida negra por negar parceria como os que se consideram como os donos do país " generais " criminosos nem por isso desconhecidos " .
Isso para evitar rastreamento por parte dos equipamentos que têm usado os serviços de Miala quando em operações dentro e fora de Angola .
Ou seja em toda parte onde se fala o português neste momento com sotaque de angolano e moçambicano para a localização do Venancio , que será uma questão de dias se não ter cuidado e confiança em excesso em quem não deve..
Importa dizer , os serviços secretos angolano tem muitos jornalistas ao seu serviço com uma habilidade tal de se fazerem passar por críticos do sistema .
Até porque por questões táticas estão autorizados a criticar o regime , como forma de cativar e juntar muita gente em torno das suas opiniões e análises mascaradas com múltiplas fachadas.
Agora mesmo estou a recordar-me de um político angolano de peso que esteve refugiado em França vários anos .
Que só acabou localizado e pouco depois envenenado depois que aceitou ter uma conversa tipo entrevista com um suposto mascarado de jornalista angolano já lá vão muitos anos .
Fernando Vumby
