O ladrão Hélio Nzage director da Sexta Região Tributária ignora Governador da província do Cunene
Segundo fontes do jornal Maka Mavulo News, o director da sexta região fiscal, O ladrão Hélio Nzage chegou ontem ao Cunene pelas 09h00 por não se encontrar na província do Cunene tem permanecido mais tempo na vizinha Namibia gastando o dinheiro do roubo nos cofres da AGT.
A informação que circula na AGT no Cunene é que as pessoas que actuavam na ausencia do director não conseguiram chegar a um consenso com a AEC porque não tinham poder de decisão e esperaram pela presença do director.
Na sua ausência, a direcção do partido MPLA, a IGAE e a PGR do Cunene e até a Governadora do Cunene Gerdina Ulipamwe pediram explicações à direcção que dirige e até ao momento, segundo as nossas fontes da AGT e da repartição de finanças de Ondjiva, o Mesmo nenhum dos órgãos que o convocaram se dignou a receber resposta do mesmo.
Este jornal considera indigno para quem tem tal responsabilidade.
As autoridades no Cunene desejam a demissão do mesmo por falta de sentido de missão de trabalho e respeito aos superiores e muito menos de capacidade de liderança.
Fontes no governo provincial do Cunene referem que esta atitude não está a ser bem recebida uma vez que a Governadora do Cunene é a representante do PR e revela alguma arrogância da sua parte.
A pessoa em causa representa uma instituição do Estado e está sujeita ao alinhamento com os propósitos comuns que as outras instituições do Estado têm, e por uma questão de humanismo e ética, simpatiza com as famílias desempregadas por aquilo que consideramos um desempenho excessivo.
Hoje, ao final do dia, à semelhança da declaração pública de Lázaro Kakunha, conhecido filho do Cunene e defensor das causas sociais, deputado, o grupo parlamentar da UNITA publicou uma nota dando a conhecer que acompanha a situação com grande preocupação.
O Partido UNITA mostrou, como sempre, a sua pronta solidariedade e preocupação com este mal-estar entre a AEC e a AGT.
O partido MPLA ainda não se pronunciou publicamente sobre o assunto, e nos grupos de WhatsApp apenas vimos a declaração pública de uma deputada do Cunene conhecida por Lúcia Yolene que, segundo as nossas investigações, é uma das pessoas mais nobres.
Informação credível circulou dentro das instituições, algumas a AEC já informou a IGT que terão de despedir funcionários, a última atualização contabiliza mais 260 o que significa que o número poderá subir caso a situação se mantenha sem solução.
Não se pode permitir que jovens da AGT com alguma arrogância e má interpretação da legislação fiscal estraguem a boa imagem que o Cunene tem.
O tecido empresarial é importante em qualquer parte do mundo.
Uma fonte diz que algumas empresas deixaram de pagar salários até ao dia 30 por terem as suas contas penhoradas sem sequer serem citadas, a situação está a assumir contornos políticos alarmantes uma vez que a província do Cunene é o reduto do MPLA em Angola.
PGR, IGAE, SIC são chamados a intervir e se de facto a AGT agiu dentro dos princípios legais porque não aceitaram entregar a sua contradição à RNA? Porque não atendem aos chamados das entidades?
Porque não convidam os empresários para possíveis negociações consoante o nível de delicadeza e as consequências que a situação apresenta? Será normal?
Por detrás destes bloqueios massivos de contas bancárias não há coisas tão boas a chegar.
Muita água ainda está à espera para passar por baixo daquela ponte de roubalheira nos cofres do estado angolano na AGT Cunene uma quadrilha que a Ministra tambem tem sido suspeita de beneficiar no mesmo dinheiro roubado.
Santa Clara, em 4 de novembro de 2024
Fonte : Anónima
