O fantasmagórico ambiente de negócios em Luanda, o joguete das intrigas e a falta de noção de Estado -
Wankana de Oliveira/ Cyber activista do MPLA
Luanda e alguns bons luandenses, não podem continuar a ter um ambiente de negócios aonde o tacho e a micha, continua a ser a alergia epidérmica para uma exitosa participação de todos os seus filhos.
Se é
verdade que muitos não têm dinheiro, porque não sabem gerir, não gostam
de trabalhar e não fazem parte do grupo selectivo dos corruptos
gestores que sacrificam a boa vontade do nacional em detrimento do
estrangeiro, não deixa de ser incompreensível que por falta de
estratégias e mentalidade de gestão, os Luandenses vão tendo um ambiente
de negócios que desafia a lei da Nacionalidade.
O Professor Doutor
Carlos Feijó, deixou alguns anos uma reflexão que se impõe! O que é que
mais prejudicou Angola a incompetência ou a corrupção?
O que mais prejudica e alimenta o fantasmagórico ambiente de negócios em Luanda?
Falta
de vontade dos Luandenses, falta de visão dos gestores, arrogância, mal
sucedidos no passado ou a famosa vontade do agora é minha vez, que vai
sendo o apanágio estratégico de quem pode?
É evidente que, em alguns
círculos, há um sentimento de reserva em relação ao empreendedorismo e a
multiplicação da prosperidade. Mas à continuar-se, com o incubado amor
pelo ambiente de negócios com estrangeiros em detrimento dos Luandenses ,
estamos a anunciar à morte iminente de quem ainda acredita na esperança
e confiança.
Hoje porque não se teve coragem de se assumir a
responsabilidade, pelas falhas de uma estratégia em Luanda para um
ambiente de negócios favorável aos Luandenses, vive-se a ideia de o
kaluanda ser parasita.
Já alguém ouviu os Luandenses no formato terra terra sem excessivos, protocolos burocráticos desde os Administradores de comuna até ao Edil da Província?
