Segundo Riquinho, suas declarações se referiram apenas a indícios de tráfico de influência envolvendo a empresa SOENCO, responsável pela fiscalização dos estádios na época. Riquinho ressaltou que a SOENCO foi uma empresa criada especificamente para o evento em 2010, e que seus proprietário não é o ex-ministro dos desporto
Riquinho explicou que mencionou o nome do ministro Muandumba apenas porque, na época, ele ocupava o cargo de ministro dos desporto e teria facilitado a contratação da SOENCO para a fiscalização dos estádios. No entanto, Riquinho afirmou que não há evidências de que o ministro tenha se beneficiado diretamente desse processo.
O empresário do ramo cultural e do desporto pediu desculpas pelo erro de atribuição e reafirmou que suas críticas se direcionavam à fiscalização deficiente realizada nos estádios, cuja responsabilidade ele atribuiu em parte à atuação da empresa SOENCO. Riquinho concluiu ironicamente que a corrupção só acabará quando essa geração passar.
