Administradora do distrito urbano do Kilamba exonera chefe da fiscalização do distrito por este não aceitar fazer parte do esquema de burla de terrenos na Cidade do Kilamba.
MÁF*IA DOS TERRENOS DO MANUEL HOMEM CONTINUA ACTIVA.
Com a exoneração de Hélio Aragão ex administrador do Distrito Urbano do Kilamba e ponta de lança do Governador da província de Luanda Manuel Homem, que tinha como missão a ocupação a todo custo dos terrenos na Cidade do Kilamba, terrenos esses que já tem proprietários e foram comprados na extinta EGTI-EP.
Além de Hélio Aragão, fazem também parte do esquema Garibaldino Constantino actual administrador adjunto para área técnica e infra-estrutura do Município de Belas e Quilaco Pedro ex administrador para área financeira da EGTI-EP, todos ouvidos e acusados pelo SIC Geral, pelos crimes de burla por defraudação, falsificação de documentos, tentativa de ocupação ilegal de terrenos de empresas privadas e de pessoas singulares.
Com a exoneração de Hélio Aragão no dia 22 de março de 2024, no seu lugar foi nomeada a arquitecta Loide António, outra ponta de lança de Manuel Homem que até então ocupava o cargo de administradora adjunta para área técnica e infra-estrutura na administração municipal de Viana.
Loide António foi nomeada no Kilamba
com a mesma missão do Hélio Aragão, que é a ocupação a qualquer custo dos terrenos nobres da Cidade do Kilamba.
Manuel Homem aproveitou-se da extinção da EGTI-EP e criou uma comissão para fiscalizar e controlar os terrenos Infra-estruturados de Luanda em particular do Kilamba, chefiada pelo comandante provincial de Luanda Comissário-chefe Francisco Ribas que e coadjuvado pela Maria Lemos, directora provincial da IGAE em Luanda que recebeu das mãos de Hélio Aragão, 2 hectares de um terreno localizado nas mediações da bomba da Sonangol na última rua do Kilamba.
Hélio Aragão ficou com 2 hectares e Manuel Homem 2 hectares de um total de 6 hectares de terrenos Infra-estruturados que pertencia a um empresário.
Loide António veio com a mesma missão de conseguir terrenos, desde a sua nomeação que a mesma tem vasculhado todo o Kilamba a procura de terrenos, na segunda-feira, 13 de março Loide exonerou João Morais, chefe da fiscalização do distrito urbano do Kilamba, nomeado a pouco mais de três semanas porque este não aceitou fazer parte do esquema e também por não aceitar embargar e partir obras com documentos na Cidade do Kilamba.
Dias antes o secretário-geral da Administração do Kilamba Wilson Zenze, pediu demissão do cargo porque não aceitar assinar documentos de pagamentos a empresas sem histórico de prestação de serviços a Administração do Kilamba, empresas essas ligadas a administradora Loide António.
Se a IGAE e a PGR órgãos que tem a competência de fiscalizar e punir os servidores públicos, o SINSE que tem a competência de investigar não entrarem em cena, essa máfia vai continuar a dificultar a vida de todos os que compraram terrenos na extinta EGTI-EP.
