As orgias e festas milionárias de Benedito Paulo, diretor do Catoca, continuam com muitas mulheres todos os finais de semana
Depois de a CNN Angola ter denunciado as práticas indecentes de Benedito Paulo, director mineiro da Catoca em Fevereiro, o número 1 de Catoca continua a organizar festas e orgias com mulheres de diferentes províncias e do estrangeiro na mina.
Enquanto os trabalhadores reclamam das péssimas condições de trabalho e exigem melhores salários, o diretor Benedito Paulo Manuel é acusado de ostentação, desperdício e grandes orgias semanais.
A situação é verdadeiramente lamentável e triste, tendo em conta que face à miséria dos trabalhadores angolanos, “todos os fins-de-semana, o director Benedito Paulo organiza festas milionárias em Catoca, com muitas mulheres vindas de Luanda, Benguela e algumas da RDC
As mulheres viajam nos aviões da empresa e em cada fim de semana aparecem caras novas naquele grupo de mulheres que facturam milhões para participarem nas festas privadas do director”, denunciam os funcionários da Catoca.
Catoca é a maior empresa no subsector diamantífero em Angola, sendo responsável pela extracção de mais de 75 por cento dos diamantes angolanos.
Em Setembro os trabalhadores da Catoca remeteram em Luanda no IGAE ao gabnete do Inspector geral mas ate hoje nem agua vem nem agua vai.
De salientar a Inspecção geral do Estado está fortemente engajada no auxílio das boas práticas em toda a administração pública, tendo em vista o controlo da coisa pública.
Os agentes públicos estão todos sujeitos a fiscalização”, referiu Celestino Miranda funcionario a mais de 15 anos na Catoca.
O inspector geral do Estado esta fazendo vista grossa à Lei para justificar o modelo de actuação da IGAE no caso apresentado pelos trabalhadores da mina.
“A constituição da República de Angola, a lei 9 de 16 de Junho, e a lei 3 de Março sobre a probidade pública, a lei 21/90 aborda os crimes cometidos por gestores públicos, cargos de responsabilidade, a lei 3/14 de Fevereiro, sobre o branqueamento de capitais, e o Decreto Presidencial de 13 de Outubro, jurídico da actividade de inspecção e auditoria da fiscalização, o decreto lei 12/ de Junho, sobre regime jurídico por condição de exercício de cargo de direcção e chefia”, disse Emiliana Muatchicengue outra trabalhadora da mina.
Esta legislação, sem prejuízo para as demais, permite o controlo da gestao de recursos humanos, financeiros e patrimoniais. Uma vez observada, teremos realmente uma administração pública de excelência”.
A CNN Angola tentou contactar as direções acusadas infelizmente não tivemos acesso ao mesmo, aguardamos a qualquer momento o pronunciamento das duas direções.
Em desenvolvimento…

