《POR MUITO QUE TENTEM JÁ NÃO VOS ACREDITAMOS MAIS; se um dia voltarem após a mudança, será com o nosso voto (do povo angolano), mas com jogo limpo, sem TRUQUES, SEM FINTAS, FUNDAMENTALMENTE, SEM ILUSIONISMO 》
Mentalidades e opções de vida.
Mas não concluem isso, vejamos:
Década de 60 (1960) as primeiras numerosas independências. Como estão esses países. Ditaduras prolongadas, hoje em 2021, algumas persistem; ditaduras essas marcadas e de governos assumidos por dirigentes vindos dos movimentos de independência dos países, que gritavam a independência, liberdade, varrer o colono, servir o povo e a pátria, desenvolver o país.
Na década de 70 (1975), aconteceram as novas independências vindas da colonização portuguesa.
Repetiu-se o fenómeno de 1960. Os movimentos de libertação criaram novas ditaduras, traíram os princípios dos movimentos que lideravam, e criaram as suas ditaduras políticas, algumas hoje, camufladas por um atípico modelo de democracia, modelo este sustentado por sistema que faz lembrar o sistema feudal do século XIII (feudalismo) da europa.
CONSEQUÊNCIAS:
As colónias portuguesas, sem explorar o petróleo, o gás, sem explorar os diamantes, sem explorar o ouro, ferro... etc., na dimensão económica de exploração com que os novos países de hoje vivem, as ditas antes colónias, ofereciam uma forma de vida social mais proveitosa e feliz, que esses países oferecem hoje, em que a riqueza económica provinha, do café, do sisal, do algodão, da agricultura tradicionalmente dita, da indústria de transformação dos produtos do campo / agricultura, das novas indústrias da madeira, plásticos, cutelaria, laticínios, etc., e principalmente, não se roubava o erário público, nem havia colonos a gastar dinheiro como os dirigentes dos novos países, a realizar festas no estrangeiro e dentro de portas, como exemplo, casamentos, festas de aniversário, fins de semana, e alugar aviões para levar convidados.
Paralelamente, criou-se uma elite, que mostra incompetência, pois que resultados económicos e sociais de vida às populações não oferecem, muitos destes dirigentes não têm experiência de vida em competição económica privada, isto é, nasceram, empregaram-se e trabalharm no sistema organizacional publico clubista, pois via "gasosa", amiguismo, militância de carreira política, sempre no passado, hoje ocupam, salvo excepções, ocupam lugares de chefia política, e quando se sabe das asneiras de função, quando se sabe que não cumprem os objectivos de que eles próprios fazem propaganda política ao povo, não se demitem.
Felizmente, hoje ÁFRICA e sua nova geração e muitos alguns da antiga geração que já se aperceberam de que não podem confiar mais neles,
querem a mudança,
querem um sistema democrático, assente num verdadeiro estado de direito.
NADA DE TRUQUES, NADA DE FINTAS.
《POR MUITO QUE TENTEM, estamos nais que cansados nós angolanos, estamos mais que exaustos, estamos destroçados, muitos não aguentam, apesar da resistência física e psicológica a que recorrem quotidianamente. Convosco, muitos de nós, quiçá a maioria, já não tem esperança 》
Angola tem futuro, assim queiram os angolanos.
Fonte Can'zila.
